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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Informação 17.


Recomendamos ainda aplicar inseticidas nos locais habituais para o cão: casinhas, varandas, debaixo de mesas etc. A pulverização pode ser feita com produtos que se diluem e água como, K-Otrine, Flytick, dentre outros, todos adquiridos em casas de produtos veterinários (e não em pet shops). Devem ser pulverizados locais escuros freqüentados por mosquitos: casinha do cão, debaixo das camas, atrás dos armários, no arco das portas e das janelas. (Caso você tenha dificuldades em encontrar, adquira estes produtos através de busca no Google).


Retirado da apostila: Informações Gerais Sobre Leishimaniose Visceral Canina do Prof.M.Sc. André Luis Soares da Fonseca - CRMV/MS 1404 - OAB/MS 9131 - e-mail: andre.fonseca@ufms.br

Informação 16.


Uma outra opção viável em substituição à coleira repelente é o uso de inseticidas matapiolhos de crianças (Deltalab, Deltacid, Piosan etc) que são adquiridos em farmácias humanas. São muito mais baratos que os similares de uso veterinário. São recomendados especialmente para cães que dormem dentro de casa e na cama ou sofá. Estes produtos são levemente perfumados e devem ser aplicados sobre o PELO do animal, deixando discretamente umidecido. Tem um ótimo efeito residual e recomendamos repetir 1 vez por semana ou logo após cada banho, já com a animal completamente seco.



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Informação 15.


Recomendamos fortemente o uso constante de repelentes que tem por base de Cipermetrina na formulação “Pour On”. Nesta formulação (oleosa), devem-se pincelar os locais infestados ou preferidos pelos mosquitos, mesmo dentro de casa: debaixo das camas, atrás dos armários, no arco das portas e janelas, e em peças de madeira (armários, móveis etc). Este procedimento deve ser repetido mensalmente. Estes produtos são baratos (cerca de 8 a 15 reais, o litro) e podem ser utilizados diretamente nos cães, MAS NÃO NOS SERES HUMANOS. São produtos de baixa toxicidade nas doses recomendadas. Somente são encontrados em casas de produtos veterinários (não se encontram em pet shops). Aplicados em alvenarias e madeiras, estes produtos têm efeito residual por até 4 meses, mas recomendamos que as aplicações sejam realizadas num intervalo menor do que 1 mês.



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Informação 14.


COMBATEM-SE AS LEISHMANIOSES COM O USO CONSTANTE DE REPELENTES, NO AMBIENTE DOMESTICO E NOS CÃES, DOENTES OU NÃO.



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Informação 13.


AS LEISHMANIOSES SÃO DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES (“MOSQUITOS”) E NÃO SÃO DOENÇAS CONTAGIOSAS (TRANSMITIDA POR CONTATO NATURAL: BEIJO, TOQUE, SECREÇÕES)



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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Informação 12.



Os trabalhos científicos claramente demonstram que não há correlação entre ter animais portadores em casa e os moradores terem doença. Ou seja, cientificamente não há risco significativo de se ter um cão portador em casa e deste animal tranmitir a doença para um morador. Portanto, se você tiver um cão portador em casa, use repelentes nele e na casa. O fato de você ter um cão doente em casa demonstra claramente que o "mosquito" transmissor pode estar na sua região e da mesma forma que transmitiu a para o seu cão, pode transmitir a doença para você e para sua família. Assim, cuidado com os "mosquitos". Se vc mora numa cidade em que não há o "mosquito" transmissor (por exemplo, seu cão adquiriu a doença após uma viagem a uma cidade endêmica ou ele foi adquirido de um canil de uma cidade endêmica) o risco de transmissão é praticamente ZERO!







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domingo, 27 de janeiro de 2013

Informação 11.


Raramente ocorrem curas naturais e o tratamento que utilizamos leva à sorologia negativa em apenas 20% dos casos. Os demais animais geralmente ficam portadores do parasita, mas a capacidade de transmissão cai quanto menos sintomas forem apresentados.


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Informação 10.



O animal portador de LVC deve ser monitorado e tomar medicamentos praticamente pelo resto da vida. Caso venha a se tornar sorologicamente negativo, a medicação contínua poderá ser suspensa, mas o animal deverá continuar a realizar os exames, porém em um intervalo de tempo maior (a cada 6 meses a 1 ano).



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Informação 9.


A medicação realizada pelo proprietário pode trazer efeitos benéficos nos primeiros 6 meses, mas o quadro geralmente regride após este período, principalmente pela falta dos exames e pelo uso errado dos medicamentos, seja por causa da dose, seja por causa de indicação inadequada.



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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Informação 8.


Os medicamentos que utilizamos podem trazer efeitos colaterais: falta de apetite, diarréia, prostração, perda de peso, vômitos. Nestes casos, a medicação deve ser suspensa e o médico veterinário responsável deve ser imediatamente informado.



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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Informação 7.



Estes exames devem ser realizados a cada 3 ou 4 meses, OBRIGATORIAMENTE, senão o animal deixa de morrer por causa da leishmania, mas pode morrer por causa dos medicamentos. As lesões renais e hepáticas, quando instaladas, são praticamente irreversíveis e o animal tende a morrer com visível evolução na perda de peso.


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Informação 6.

A causa da morte na leishmaniose, seja canina, seja humana, é a lesão renal e/ou do fígado que podem se tornar irreversíveis; por isso, entendemos que deva ser PERIÓDICA E OBRIGATÓRIA a exigência dos seguintes exames de sangue:
Creatinina, Uréia, ALT (o Fosfatase Alcalina), Hemograma e Proteinograma (Eletroforese de Proteínas). Sendo, possível, sugerimos, ainda, a realização de sorologia “IgM para Erlichiose”, pois cerca de 40 a 80% dos cães com leishmania também desenvolvem a doença do carrapato.








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LVC Informações 4 e 5

O tratamento da LVC exige acompanhamento por médico veterinário, pois os remédios usados podem causar problemas sérios e até matar o animal (iatrogenia = doença causada pelo uso de medicamento).

Como esta leishimaniose é VISCERAL, não é preciso que o cão apresente lesóes externas.





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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

LVC Informação 3

As drogas utilizadas para animais são as mesmas utilizadas em humanos, pois tais drogas agem matando o parasita.NÃO EXISTE E NUNCA IRÁ EXISTIR DROGAS QUE TRATAM SOMENTE A DOENÇA NO CÃO OU SOMENTE NO HOMEM. Recentemente uma portaria dos ministérios da Saúde (MS) e Agricultura (MAPA) vem tentando proibir o tratamento, mas a proibição se restringe a drogas de uso e fabricação para seres humanos. Entendemos que o tratamento não está proibido, pois portaria não é ato capaz de proibir o tratamento, que só poderia ser proibido mediante LEI.





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sábado, 28 de janeiro de 2012

LVC Informação 2

Existem diversas drogas para o tratamento da LVC. As drogas mais eficazes são também as mais tóxicas, podendo até matar o animal/ser humano (anfotericina B (Fungisone), antimonias (Glucantime etc)). Nós particularmente utilizamos drogas menos eficazes, mas que também trazem efeitos colaterais menos prejudiciais.



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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

LVC Informação 1

A LVC (Leishimaniose Visceral Canina) é uma doença tratável, apresentando cura clínica (desaparecimento de sinais clínicos), mas dificilmente apresenta cura parasitológica (o parasita não desaparece completamente do organismo do animal/ser humano). Este fato não é preocupante nem incomum, haja vista que em doenças causadas por protozoários, como são as Leishmanioses, a Doença de Chagas e a Toxoplasmose (todas doenças que atingem tanto os homens como os cães) NÃO EXISTE A ELIMINAÇÃO COMPLETA DO PARASITA, seja no cão, seja no ser humano. O homem e o cão podem viver normalmente, mas devem fazer acompanhamento periódico para que a doença não voltea se manisfestar.



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